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Temer Fica para a Economia Melhorar? Vocês entenderam tudo errado!

Posted on 19/05/2017. Filed under: Administração, Finanças, Política |

Quem pensa assim não faz ideia da REAL origem de nossa crise econômica. É muito diferente do que as pessoas pensam.

Falta de dinheiro público é só uma parte da explicação

É inegável, basta ver as contas do governo, a carga tributária e a relação dívida/PIB para constatar que o estado Brasileiro está em vias de falir. Falir mesmo, não aquelas bobagens que o PT dizia de FHC, que quebrou o Brasil 3 vezes. Nada disso, agora a coisa é real.

A expectativa do Itaú e de outros bancos é que, sem a reforma da previdência, chegaremos em 2 anos à fatídica relação dívida/PIB de 100%. Com juros ainda altíssimos. Isso é absolutamente insustentável.

Como o Brasileiro sente essa crise orçamentária?

Os governos do PT distribuíram alguns trilhões de reais na economia, seja com repasses diretos ou crédito subsidiado, tudo obtido a base de endividamento da União e das empresas públicas. Esse dinheiro na economia deu a (falsa) impressão de riqueza e prosperidade. Soldadores com salário de R$ 10.000 e operadores de guindaste ganhando mais que analistas do Banco Central foram apenas reflexo dessa exuberância de dinheiro público na economia.

Ocorre que essa fonte secou. Não só momentaneamente, mas para sempre. O único “motor” que os políticos brasileiros conhecem para mover a economia é o gasto público. Não temos mais acesso a isso. E teremos menos ainda no futuro.

MESMO com as reformas, a previsão é de orçamento cada vez mais apertado e a trajetória da dívida continuará explosiva, apenas ganhará uma sobrevida de alguns anos.

Em resumo, o Batman de outrora (dinheiro público na veia) não pode ser mais chamado. Está aposentado por invalidez permanente.

Quem poderá nos salvar?

Agora vem a REAL explicação do tamanho de nosso buraco econômico.

Dado que não há, e não haverá, excedentes de orçamento público para investimento, precisaremos contar com os excedentes de poupança privada. Mas é claro que isso NÃO EXISTE no Brasil. Nossa poupança privada nacional é pífia.

Mesmo durante o boom de aberturas de capital entre 2005 e 2008, mais de 80% do dinheiro era estrangeiro.

No exterior há vários trilhões de dólares investidos em títulos que rendem juro negativo, mas mesmo assim o Brasil não passa nem perto de ser um potencial destino para esse dinheiro. Preferem ter perda certa e pequena lá fora, do que se aventurar em terra brasilis.

Por quê?

Não amigo, não é pela crise política, não é pelo Foro de São Paulo, não é pela narrativa do golpe, não é nada disso. É por um motivo bem mais simples.

Existe um cerco violentíssimo contra a corrupção e a lavagem de dinheiro no mundo, há acordos de compartilhamento de informações entre bancos centrais e departamentos de justiça de vários países. Mesmo os paraísos fiscais mais relutantes, como o Panamá por exemplo, estão aos poucos cedendo à pressão internacional.

O que explodiu o sistema criminoso não foi o juiz Moro, ele foi uma parte apenas. O que foi definitivo para ruir o sistema foi o auditor da Petrobras ter se negado a assinar o balanço do terceiro trimestre de 2014.

O castelo de cartas da corrupção ruiu por medo dos fornecedores de serviços da Petrobras de sofrerem processos bilionários nos EUA e em seus países de origem. E foi exatamente o que aconteceu, e acontece até hoje.

Pouca gente acompanha os efeitos da lava-jato nos fornecedores estrangeiros da Petrobras, mas praticamente todos os envolvidos estão sendo (ou foram) processados em seus países de origem e até nos EUA, com pagamento de multas bilionárias e prejuízos gigantes. Prejuízos muito maiores do que os ganhos que tiveram por aqui.

E a tendência, a partir desses acordos internacionais anticorrupção e lavagem de dinheiro, é restringir ainda mais os recursos para países em que a corrupção é um método corriqueiro de fazer negócio.

A própria JBS, para conseguir se manter nos EUA, terá que fazer um acordo de leniência com as autoridades locais, com multas bilionárias e sanções pesadíssimas. Eles sabem disse e já iniciaram as conversas por lá.

E foram várias empresas brasileiras buscando acordos com o Departamento de Justiça dos EUA (e aqui também). Braskem, Embraer, Eletrobrás, Odebrecht, OAS etc., se enrolando com a justiça americana e brasileira.

Até pouco tempo atrás o risco moral e financeiro de participar de um sistema corrupto como o brasileiro era relativamente baixo. Não tínhamos notícias, até 2014, de empresas brasileiras processadas nos EUA e na Europa, fazendo acordos milionários (às vezes bilionários) para se livrar de sanções penais e administrativas no exterior.

E isso não é exclusividade do Brasil, os EUA penalizaram severamente bancos europeus envolvidos na crise de 2008, isso inclusive foi um dos motivos para o surgimento desse novo modelo de governança. Risco é custo e o risco da corrupção ficou altíssimo nos últimos 10 anos.

Esse movimento NÃO TEM VOLTA.

Se o Brasil quiser voltar a ser destino de pesados investimentos estrangeiros, e dinheiro há aos montes, além de ótimos projetos a realizar por aqui, precisará convencer as empresas e os investidores de que é possível fazer negócio por aqui sem o risco moral e econômico de fazer parte de uma teia criminosa.

Acreditem, é tão simplório quanto isso. Relação risco e retorno, tanto moral quanto econômica.

Para quem não sabe, a lei norte-americana (Foreign Corrupt Practices Act) permite responsabilização criminal e cível de qualquer ato de corrupção de qualquer empresa que tenha interesses nos EUA, seja ela americana ou não, esteja ela atuando nos EUA ou não. É uma lei criada para garantir a entrada de empresas norte-americanas em países altamente corruptos, onde essa prática destrói o ambiente competitivo. Outro objetivo é proteger investimentos de cidadãos americanos fora de seu país.

Lula ODEIA essa lei e já externou isso. É essa lei, que tem derivações em outros países, que assombra empresas que operam em países como Brasil e Venezuela. Lula acha que é uma invasão de soberania, mas na verdade o que ele quer é que o “jeitinho corrupto brasileiro” continue.

Antes da cooperação internacional o custo de pagar propina no metrô de SP ou na Sete Brasil era aceitável para esses operadores, hoje o custo é muitíssimas vezes maior do que qualquer lucro que se pode conseguir extrair desses contratos. Não vale a pena correr o risco.

É essa equação que explica nossa crise econômica, atual e futura: Falta estrutural e crescente de dinheiro público, falta de ambiente saudável e leal para investimentos privados e uma guerra entre os organismos da justiça e as várias organizações criminosas infiltradas em todas as instâncias de poder do país.

Independente das narrativas de esquerda e direita, dos Reinaldos Azevedos da vida e das viúvas de Dilma, o áudio e o comportamento de Temer, para qualquer investidor estrangeiro, é crime e demonstra que temos um mafioso sentado na cadeira de presidente. É um homem a serviço da proteção do mesmo sistema corrupto que destruiu reputações, empresas, empregos e fortunas, mas que insiste em se manter de pé no país.

E assim não tem negócio. Antigamente valia correr o risco de pagar o custo Brasil, no que se refere à corrupção, hoje não vale mais a pena investir bilhões e correr o risco de ser processado em seu país, multado em outros bilhões e, pior, ainda perder o dinheiro investido por aqui. O risco não se paga.

Há coisas sobre a qual ter dúvida é uma ingenuidade à qual não posso ceder.

Não tenho dúvidas de que Temer é apenas mais um proposto da organização criminosa que assola o país há décadas. Isso é muito claro para todos os operadores, em todos os países. A eventual vitória de Temer, mantendo-se na presidência e implantando as reformas parecerá uma vitória do Brasil, mas é só o caminho mais óbvio de fortalecimento da máfia. Acabamos de ver isso acontecer com Lula e a “Carta aos Brasileiros”. Seguir a cartilha do FMI e da austeridade, manter as regras do Plano Real foram só instrumentos para se perpetuar no poder, com volumes de propina inimagináveis. Era virtude de um lado, lamaçal de outro. Deu no que deu.

Se Temer vencer, sair ileso, e aprovar as reformas (o que considero praticamente impossível), será um vitória de Pirro para o Brasil. Venceremos da mesma forma de sempre, com a corrupção como método e a cara de pau como script.

Não torça por Temer, ele é exatamente a mesma coisa que Dilma e Lula, só mais envernizado.

A única saída duradoura para o Brasil é pela virtude. Não sei se vamos conseguir, mas certamente não será com Temer, Lula, Aécio ou adjacências.

Ps. Antes dos áudios talvez pairasse dúvidas sobre quem é Temer, eu mesmo lhe dava o benefício da dúvida. Mas depois não há mais NENHUMA dúvida. Por mais que se queira defender as reformas, é evidente que Temer é um inimigo da Lava-jato e agirá assim nas oportunidades que tiver. Lamento pelo Brasil, mas temos que tocar as reformas com outro personagem. Espero que seja rápido.

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Bolha Imobiliária – Arrecadação de ITBI no Rio de Janeiro em 2017 cairá a níveis de 2011.

Posted on 13/05/2017. Filed under: Administração, Finanças, Política | Tags: |

É um título forte, mas essa é uma previsão até otimista a respeito da arrecadação do ITBI na cidade do Rio de Janeiro para o ano de 2017.

A prefeitura, a partir da arrecadação de R$ 625 milhões em 2016 está prevendo para 2017 R$ 645 milhões. Ocorre que, até 13 de maio, havia atingido apenas R$ 166 milhões. Considerando a sazonalidade histórica (obtida dos dados mensais de ITBI), com forte concentração em novembro e dezembro, dá para estimar, se o mercado continuar com o mesmo apetite, que atingirá cerca de R$ 598 milhões, bem próximo da arrecadação de 2011 (ver tabela abaixo)

Aliás, a última vez em que os quatro primeiros meses  de arrecadação do ITBI estiveram na faixa de R$ 160 milhões foi em 2011 mesmo (R$ 165 milhões).

Vale lembrar que tanto o passado quanto o horizonte visível em 2011 eram infinitamente melhores do que em 2017. Vínhamos de um PIB crescendo 7,5% em 2010, e os juros atingiriam, em alguns meses, 7,25%. Além disso, atingiríamos em breve o pleno emprego e a expectativa do trabalhador e do mercado era a melhor possível. 2017 não se parece com 2011.

E pior, 2018 ainda é ano de eleição. Ano em que políticos são especialmente incompetentes e irresponsáveis. Não surpreenderia se o final de 2017 fosse (bem) pior que o final de 2011.

Isso tudo em valores nominais. Sem desconto da inflação.

Se descontarmos o INCC (inflação dos custos da construção civil) de um período iniciado em 2008, por exemplo, o valor previsto para a arrecadação do ITBI nesse ano será equivalente em termos reais ao de 2008.

Ano 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017P
ITBI R$ mi 344  388  494  589  744  786  737  667  625 598
INCC 3,20% 7,57% 7,58% 7,26% 8,07% 6,74% 7,22% 6,34% 1,10%
INCC Acumul 3,20% 11,01% 19,43% 28,10% 38,44% 47,77% 58,43% 68,47% 70,33%
Atualizado  344  376  445  493  581  568  499  421  371  351

Falta de dados…

Infelizmente a prefeitura poderia, com facilidade, pois são informações parametrizadas, prover dados robustos sobre as vendas de imóveis na cidade. Seria facílimo, por exemplo, nos fornecer o número de imóveis negociados, a metragem acumulada, as regiões da cidade etc. Saberíamos praticamente tudo do mercado de imóveis em nossa cidade. Mas não há onde achar essas informações.

Nos EUA quando você vai comprar um imóvel, consegue todo o histórico das últimas negociações do mesmo. Está na internet. Aqui no Brasil, tem que pagar um cartório para tirar uma certidão de ônus reais. Custo Brasil, mais motivos para nossa pobreza.

Voltando à bolha, o que sabemos é que os imóveis subiram, entre 2008 e 2017, muito mais do que o INCC acumulado. Quando trazemos a valor presente (para o final de 2008) a arrecadação prevista, e otimista, de 2017, há equilíbrio com a arrecadação de 2008. Porém, é razoável crer que os imóveis tenham subido, pelo menos, 3 vezes mais do que o INCC (210%). Eu até arriscaria que subiram mais do que isso, talvez umas 4 ou 5 vezes.

É bastante plausível que, em quantidade vendida, tenhamos menos de metade do que se verificou no fraco ano de 2008. Talvez bem menos da metade. Não surpreenderia se, em quantidade, estivéssemos vendendo menos de 1/4 das unidades que vendíamos em 2008 e 2009. O balanço da Brasil Brokers mostra uma realidade até pior do que essa.

Conceituando bolha

Bolha nada mais é que a observação de preços excessivamente irreais em um grupo de ativos. Mas nem sempre a bolha “estoura” como poderíamos esperar. O que estamos vendo, com certa clareza, é que os imóveis continuam com valores bem superiores à renda do mercado interessado, fenômeno que expliquei no início de 2014, motivo pelo qual há menos negócios, bem menos negócios, acontecendo.

Aliás, as incorporadoras não ajudam no processo de aquecer o mercado. Um dos mais importantes drives para compra de um imóvel e ter vendido outro. É bem mais comum alguém dar uma entrada de R$ 700 mil porque vendeu um imóvel por R$ 600 mil, do que alguém pegar R$ 700 mil da poupança privada que fez ao longo de anos e se descapitalizar para imobilizar esse dinheiro.

Como as incorporadoras pedem R$ 15 a 20 mil no metro quadrado, não resta opção ao interessado a não ser vender seu imóvel usado por R$ 12 a R$ 14 mil o metro quadrado.

E encalha, invariavelmente, encalha. Se o imóvel novo custasse R$ 12 mil (e existem alguns em botafogo e no jardim oceânico, mas também não estão vendendo) o metro quadrado, o interessado poderia baixar o seu para uma faixa bem mais acessível e dar liquidez no seu imóvel.

É um verdadeiro ciclo vicioso, de expectativas irreais e de muita perda econômica. Os balanços das construtoras não me deixam mentir.

O custo de oportunidade que ninguém entende.

É tolice esperar 2 anos para vender um imóvel por se recusar a dar 25% de desconto (em 2 anos você já poderia recuperar esse dinheiro com facilidade no mercado de renda fixa), mas é o que a maioria faz.

Não nota que 1 ano de espera representa 12% a 15% de custo de oportunidade jogado no lixo.

A continuar esse marasmo financeiro no Brasil, e não há muitos motivos para acreditar em recuperação firme antes de 2019, é provável que os preços reais dos imóveis (descontados pela inflação) em 2019 estejam em patamares próximos aos de 2010.

Vão continuar sendo pra lá de milhão, mas representando coisa semelhante ao preço de 2010.

Quais os sinais antecedentes de melhora?

Antes de aquecer o mercado imobiliário, será necessária uma melhora substancial em vários fatores. No emprego e na renda é algo básico e evidente. Mas também os bancos precisam repassar as quedas nos juros da SELIC para essas linhas de financiamento. Ainda não está acontecendo e, mesmo que a SELIC chegue a 1 dígito, rapidamente, não há garantias de transferência das quedas para o consumidor.

Aqui no RJ a coisa do emprego é mais delicada. A estimativa do ex-presidente, de 600 milhões de desempregados no setor de óleo e gás, é um pouco exagerada. Algo como 300 mil BONS empregos desapareceram aqui no RJ. Um pouco menos que os 600 milhões, mas ainda assim um péssimo número.

Há a questão dos servidores, tanto estaduais quanto municipais (se Crivella não estiver blefando, o dinheiro vai até setembro). Há o estoque boçal de imóveis na Zona Oeste, em especial Jacarepaguá e o Lado B da Avenida das Américas. O estoque do consórcio Carvalho Hoskem – Odebrecht na vila Olímpica é indecente. E olha que os imóveis da Vila do Pan AINDA não foram todos vendidos. O Pan foi em 2007.

That´s it Folks. Há o caminho do giro, que significa adaptar-se ao mercado, há o caminho da margem, que significa esperar o mercado se adaptar a você.

Por enquanto o mercado do Rio de Janeiro é um non sense só. É péssimo para ambos os lados, para compradores e vendedores. Não há non sense maior do que um mercado ruim tanto para vendedores quanto para compradores. Ou há um ajuste nas percepções e expectativas, ou vamos continuar fazendo cada vez menos negócios, como bem mostram os números.

Estamos no fundo do poço?

Naturalmente o poço tem fundo, mas não me arrisco a dizer que já chegamos a ele. Se fosse obrigado a apostar, apostaria em 2018 como fundo do poço, caso a reforma da previdência passe e elejamos um ser humano racional e menos comprometido com o lastro de falcatruas dos últimos 517 anos.

Mas se a Reforma da Previdência não passar, o que NÃO É IMPOSSÍVEL, aí o fundo do poço vai se movimentar bastante. Alegremente e serelepe para baixo.

E se ainda por cima elegermos um “cerumano” irracional, que chuta 600 milhões de desempregados sem perceber a bobagem que fala, por exemplo, aí o fundo do poço será como o tempo na física quântica. Teremos que remodelar o conceito para compreendê-lo. Vai ser bem feio. Recomendo estoques significativos de Rivotril, dólar e latinhas de atum.

Parece pessimismo, mas é só o caminho de sempre aqui em Vera Cruz.

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  • Disclaimer

    Este blog é um ambiente privado para expor opiniões, estudos, reflexões e comentários sobre assuntos ligados a finanças, bolsa de valores, economia, política, música, humor e outros temas.

    Seus objetivos são educacionais ou recreativos, não configurando sob nenhuma hipótese recomendação de investimento.

    O investidor consciente deve tomar decisões com base em suas próprias crenças e premissas. Tudo que lê ou ouve pode ser levado em consideração, mas a decisão de investimento é sempre pessoal. Tanto na escolha de ações para carteira própria, quanto na escolha de gestores profissionais para terceirização da gestão.

    O Autor espera que os temas educacionais do blog possam ajudar no desenvolvimento e no entendimento das nuances do mercado de ações, mas reitera que a responsabilidade pela decisão de investimento é sempre do próprio investidor.

    Sejam bem vindos!

  • Paulo Portinho

    PAULO PORTINHO, engenheiro com mestrado em administração de empresas pela PUC-Rio, é autor do Manual Técnico sobre o Método INI de Investimento em Ações, do livro "O Mercado de Ações em 25 Episódios" e do livro "Quanto Custa Ficar Rico?", os dois últimos pela editora Campus Elsevier.

    Paulo atuou como professor na Pós-graduação de Gestão Social da Universidade Castelo Branco e na Pós-graduação oferecida pela ANBIMA de Capacitação para o Mercado Financeiro.

    Atuou como professor da área de finanças e marketing na Universidade Castelo Branco e no curso de formação de agentes autônomos do SINDICOR.

    Como executivo do Instituto Nacional de Investidores - INI (www.ini.org.br) entre 2003 e 2012, ministrou mais de 500 palestras e cursos sobre o mercado de ações, sendo responsável pelo desenvolvimento do curso sobre o Método INI de Investimento em Ações, conteúdo que havia chegado a mais de 15.000 investidores em todo o país, até o ano de 2012.

    Representou o INI nas reuniões conjuntas de conselho da Federação Mundial de Investidores (www.wfic.org) e da Euroshareholders (www.euroshareholders.org), organizações que congregam quase 1 milhão de investidores em 22 países.

    Atuou como articulista do Informativo do INI, do Blog do INI, da revista Razão de Investir, da revista Investmais, do Jornal Corporativo e do site acionista.com.br. Foi fonte regular para assuntos de educação financeira de veículos como Conta Corrente (Globo News), Infomoney, Programa Sem Censura, Folha de São Paulo, Jornal O Globo, entre outros.

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