Archive for setembro \19\UTC 2016

Por que o povo brasileiro tem se sentido cada vez mais pobre?

Posted on 19/09/2016. Filed under: Administração, Filosofia, Finanças, Política |

Por que o povo brasileiro tem se sentido cada vez mais pobre?

Quem ganha salário mínimo até conseguiu manter o poder de compra dos últimos 20 anos. Em 1997 1 salário mínimo comprava 1,26 cesta básica. Em 2016 compra mais, compra 2,02 cestas básicas.

Mas e o SEU salário?

O salário médio foi destroçado nos últimos 20 anos. Mesmo com todo o boom dos últimos anos, foi tudo ilusão.

Ilusão que passou e deixou R$ 4 trilhões de dívida para nossos filhos e netos pagarem.

Nesse vídeo mostro um pequeno resumo do achatamento salarial do brasileiro. E mostro onde erramos.

Triste é saber que tem gente que AINDA acredita no papo furado de político populista.

 

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A Vereadora Dinamarquesa e o Segredo da Esquerda Nórdica

Posted on 15/09/2016. Filed under: Finanças |

Recentemente assisti à palestra de uma vereadora dinamarquesa, eleita por um partido semelhante ao Partido NOVO.

Ela explicou como funcionam as esquerdas naquele país. Tem muita coisa igual à nossa, a agenda por reduzir os direitos individuais, para oprimir com o politicamente correto, para regular o comportamento das pessoas é igual.

Mas a relação deles com o capitalismo… ah… quanta diferença.

Vejam no vídeo:

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O Canecão e o Socialismo. Uma história de fracasso.

Posted on 14/09/2016. Filed under: Administração, Filosofia, Finanças, Política | Tags:, , , |

Fui criado aqui na Zona Sul do Rio de Janeiro. Desde que me entendo por gente o Canecão era uma referência em shows e cultura por aqui.

Havia um embate entre o capitalista que explorava o local e a UFRJ, que durou anos. Enquanto a universidade não conseguiu tirar o empresário a casa funcionou a todo vapor, gerando emprego e renda para garçons, músicos, cantores, pessoal da limpeza, comerciantes locais, ambulantes etc.

Aí o pessoal do almoço grátis tomou conta. E o Canecão não gera mais riqueza, é só patrimônio público mal empregado depreciando e perdendo valor.

Em meados de 2016 parece que o pessoal do Ocupaminc resolveu “tomar” o Canecão para fazer uns shows gratuitos etc. aparentemente com forte conexão política, o Fora Temer corre solto.

Essa ocupação é bem divertida, pois mostra com clareza a inexistência do almoço grátis.

Eles alegam que os shows são “gratuitos”, mas esquecem que SEMPRE há financiamento.

Se a UFRJ cedeu o espaço, a luz, funcionários para a segurança e limpeza, se terceiros cederam os equipamentos, os técnicos e a iluminação, se músicos tocaram sem cachê, se a prefeitura não coletou impostos, se os direitos autorais não foram pagos etc. HOUVE CUSTO. Alguém arcou com isso tudo, mas na cabeça dos organizadores, tudo foi de graça.

É um sistema fadado ao fracasso, pois a motivação para a “doação” de uma extensa e cara infraestrutura depende de fatores alheios ao projeto, alheios ao evento. Se qualquer elo quebrar, não tem mais nada.

Na época do bom e velho capitalismo, toda essa estrutura era financiada por uma única motivação. Uma motivação GENUÍNA, o meu interesse de ver o show. Meu interesse de deixar de consumir outra coisa, o meu interesse em deixar de poupar para transferir essa riqueza para ESSE SISTEMA.

A ilusão do almoço grátis é um fardo para nosso país. Vejam o vídeo, explico claramente porque não há sucesso no socialismo. É coisa bem simples. Os interesses do socialista são bonitos, mas falsos.

Curioso é que o vídeo foi publicado pouco antes do Ocupaminc “retomar” o canecão… Viralizou no facebook, será que viram?

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A Juíza e a meritocracia. Uma verdade dolorosa.

Posted on 14/09/2016. Filed under: Filosofia, Finanças, Política | Tags:, , , , , , , , |

Viralizou o post de uma mulher que passou num concurso para juíza, onde ela atribuía grande parte do seu sucesso ao fato de ser branca, ter família estruturada, ter estudado em bons colégios etc., e estava triste por que o governo não garantia essas oportunidades a todos.

O post viralizou, pois muitos leitores viam nele um reconhecimento de que a meritocracia não funciona, que seria uma farsa ou uma estratégia das elites para se manter no poder.

Pois o que está por trás desse movimento, fortíssimo, anti-meritocracia, é outra coisa.

Um sistema em que você é recompensado por seu esforço é desejado por todos. Não há um só desses contrários à meritocracia que não espera ser recompensado por fazer mais e melhor.

O ponto não é o pobre, não é a justiça social, não é a luta de classes. O ponto também não é a meritocracia.

O ponto é o mérito em si. É o sistema que avalia o mérito. São os valores que a sociedade considera meritórios.

Quem avalia o mérito em uma sociedade capitalista é o mercado. E os valores do mercado são bem claros: produtividade, empreendedorismo, respeito aos contratos, respeito à propriedade privada, respeito às leis etc.

A vitória do indivíduo nessa sociedade EXIGE respeito a esses cânones. Não há garantias de sucesso, de igualdade ou de facilidade, mas é extremamente improvável ser reconhecido por seu mérito sem seguir esses valores no livre mercado.

Em uma sociedade autocrática, o mérito é avaliado pelo grupo que está no poder. E é tão somente a subserviência ao projeto de poder implementado por esse grupo que trará a recompensa.

É extremamente provável que o indivíduo “fiel”, verdadeiramente fiel, ao partido, ao tirano ou ao populista da vez, ganhe espaço na burocracia estatal.

E é isso que vimos nos últimos anos no Brasil, na Venezuela, na Argentina e historicamente na URSS, em Cuba e na Coréia do Norte (entre outros).

Quem indica o mérito é o grupo no poder. Quem recompensa por esse mérito é o grupo no poder.

É por isso que as mesmas pessoas que são “contra” a meritocracia, afirmando que ela é uma farsa e só serve às elites, também não enxergam a roubalheira do PT, a farsa de Lula, os crimes (não só os do impeachment) de Dilma, a destruição da economia etc.

Elas querem, realmente, a recompensa por sua servidão irracional e cega.

Perceba que não é a meritocracia em si que atacam, pois, assim que seu grupo chegou ao poder, eles se esforçaram pela recompensa. Seu esforço foi servir, cegamente, ao projeto.

Qualquer ser humano vive na perspectiva de retorno por seu esforço. Nos EUA ou na Coréia do Norte.

Nos EUA vence quem gera valor para muitos, ainda que apenas como pequena parte de um projeto vitorioso, de uma empresa lucrativa ou até de uma obra espiritual ou religiosa.

Os 2 bilhões de pessoas que usam windows reconhecem diariamente o mérito do Tio Bill. Outros bilhões reconhecem o mérito do Tio Zuckerberg, do Tio Jobs, do Tio Alexander Fleming etc.

Na Coréia do Norte vence quem serve a um interesse particular.

– Ah! Mas os governos têm que dar oportunidades iguais a todos!

Essa é mais uma farsa na história dos contrários à meritocracia. É evidente que em uma sociedade menos desigual, mais pessoas poderiam atingir o sucesso. Mas não é esse o ponto.

A desigualdade em países ricos e empreendedores, onde o mérito é avaliado pelo mercado, é grande. Mas a desigualdade em países autocráticos é ainda maior. É maior e PIOR!

O nível de acesso aos bens e ao consumo por gente pobre nos EUA é infinitamente superior ao nível de acesso dos cubanos ou venezuelanos de classe média ou até ricos. Uma médica cubana terá dificuldade para comprar absorvente íntimo, um industrial venezuelano não conseguirá comprar papel higiênico.

Mas o ditador e sua família, a cúpula da burocracia estatal e do partido, consomem sem restrições. Não ficam “ricos”, pois não é necessário, o Estado está a serviço de seus luxos e seus pecados.

Não se iluda brasileiro, com esse discurso fácil.

A luta dos contrários à meritocracia é outra, é para que um regime autocrático decida quem merece e quem não merece.

Não tem nada a ver com os pobres, nada a ver com justiça social, nada a ver com redução da desigualdade ou luta de classes.

É só interesse de se dar bem, bajulando o déspota da vez.

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Escola é mesmo lugar para ideologia? Cuidado com Leandro Karnal.

Posted on 13/09/2016. Filed under: Administração, Filosofia, Finanças, Política | Tags:, , , , , , , |

Escola é mesmo lugar de ideologia?

Karnal diz que é. E que sonha ver alunos debatendo Stuart Mill e Marx.

Há incontáveis evidências de que as ideias de John Stuart em economia influenciaram sistemas vitoriosos, empiricamente observáveis, duradouros, que enriquecem, que reduzem a escassez, que respeitam as liberdades individuais.

Quando Karnal pede para mantermos a “ideologia” na escola, é para que se discuta o marxismo que é, em essência, uma sucessão de fracassos econômicos e sociais, baseado num modelo de homem que não existe, no mesmo patamar de sistemas vitoriosos e com previsões verificáveis há centenas de anos (antes mesmo de Mill).

Ele quer nos fazer crer que acreditar em premissas liberais com 6.000 anos (isso mesmo 6.000) de resultados notáveis para reduzir a escassez, gerar riqueza e respeitar a livre iniciativa, o indivíduo e a propriedade privada (humanismo puro) é tão ideológico quanto acreditar num sistema fracassado, que não respeita liberdade alguma e que não tem qualquer verificação empírica ou lógica de sucesso ou mínima condição de funcionamento.

Se uma escola privada quiser fazer do Marxismo um Totem, problema de quem paga. Em escola pública acho temerário. Já há poucos recursos para instrumentalizar os meninos com o mínimo de capacidade interpretativa, se perdermos tempo com ilusões inverificáveis, tiraremos desse garoto a chance de conseguir, realmente, a compreender o que lê.

Talvez seja esse o objetivo de Leandro Karnal. Para acreditar em Marx é conveniente confundir milhão com bilhão.

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A Classe Média quer ser burguesa? O que aprendi com Marilena Chauí #SQN

Posted on 12/09/2016. Filed under: Administração, Finanças, Matemática, Política |

Essa campanha a vereador aqui no RJ, pelo Partido Novo, tem me exposto a ideias MUITO loucas. Está sendo um grande aprendizado, ao menos consigo entender o que passa na cabeça de quem defende um estado máximo, controlador e centralizador, e um regime socialista.

É uma cabeça bem diferente. E interessante, na medida em que acham suficiente um modelo básico de entendimento sociológico e antropológico para debater finanças contra gente que domina o assunto. É divertido, apesar de ser chamado de ignorante, de serviçal do sistema, de burro, de idiota etc., por gente que não diferencia mercado primário de secundário, desconhece a função dos derivativos e acha que a culpa da dívida pública é do credor.

Eu postei um vídeo questionando o’ entendimento de mundo de Marilena Chauí, pensamento esse que influencia CENTENAS de milhares de jovens no Brasil. Ela dizia que: A Classe Média quer ser dona dos meios privados de produção, mas jamais será, por isso é frustrada.

Eu achava que para desmontar essa afirmação bastaria lembrar a Marinela Chauí e à intelligentsia esquerdista que qualquer pessoa consegue comprar ações de companhias abertas e se tornar acionista.

Ledo engano, o nível de deturpação do entendimento sobre o mercado de capitais é bem mais profundo do que eu pensava. Precisamos de outras ferramentas de argumentação para combater essa besteira que amaldiçoa nossa juventude.

Peço aos amigos da liberdade financeira e econômica que acompanhem a leitura para ajudar a desconstruir essa onda de pobreza que assola o país.

Para quem acredita em Marilena e quer continuar acreditando, recomendo que pare de ler. Pode doer.

No entendimento dos que vivem presos à explicação sociológica única da luta de classes, todo o sistema financeiro e o mercado de capitais seriam uma farsa para o capitalista captar recursos SEM perder o controle dos “meios privados de produção”.

Se eu comprei ações lançadas pela VALE, seria dono de um “bebedouro” da sede, mas não da VALE. Se comprei debêntures sou credor, mas não mando nada. Quem manda é o bigode e o olho azul.

Sociedade contratual

É muito aterrador perceber que tanta gente não faz a menor ideia do que seja um contrato. Nossa sociedade é contratual, e o respeito a esses contratos é o que nos aproximará da riqueza.

Ao lançar ações no mercado ou mesmo dívida, o “dono dos meios privados de produção”, o burguês, abre mão de parte significativa de seu poder.

Ele vai se sujeitar a pagar MAIS dividendos para o acionista preferencialista, se sujeitar a não cometer abuso de poder de controle, vai se sujeitar a informar TUDO o que acontece na empresa para toda a sociedade, vai ser obrigado a antecipar o pagamento da dívida se descumprir cláusulas restritivas (covenants). Além de dar prioridade aos acionistas preferencialistas e credores sobre o patrimônio e os resultados da Companhia. Não é pouco.

Quando compro uma ação ou debênture compro um contrato, de 600 páginas, regulado, completo e que traz deveres pesadíssimos que o “dono dos meios privados” não tinha, e que agora tem. Quer meu dinheiro, vai ter que cumprir.

Ninguém está sendo enganado. E se for enganado, os diretores e controladores podem ser processados. Aliás, o que acontece com a Petrobras no Brasil e nos EUA deixa isso bem claro. A punição por abuso ou descumprimento de contrato é SEVERA.

Mas vamos ver o mundo maravilhoso de Marilena, o mundo em que o povo é dono dos meios de produção.

Se o mercado de capitais não permite que as pessoas sejam “donas dos meios privados de produção”, imagino que de uma empresa 100% estatal seríamos TODOS donos, não é?

Imagino isso porque não há outra forma, ou são privadas (e dos burgueses) ou são públicas (e do povo).

Nesse caso, seríamos mesmo donos?

Na verdade estaríamos numa situação bem pior do que na sociedade contratual.

As decisões CONTINUARÃO sendo tomadas em assembleia, de forma colegiada ou direto da autoridade pública. Você manda em quê?

No imaginário esquerdista talvez essa seja uma forma de TODOS participarem dos dividendos, de todos participarem das decisões (pois votaram no projeto de poder) etc.

É super interessante, veja:

Eu “não sou dono” porque tenho que votar com outros 300 ou 400 acionistas em 3 ou 4 assembleias por ano, exclusivamente sobre temas relevantes à empresa, mas meu voto sozinho não vence.

Mas eu “sou dono” quando tenho que votar com outros 120 milhões de eleitores uma vez a cada 4 anos para eleger os representantes do povo que vão gerir a empresa, sendo que os “temas” dessa eleição NADA tem a ver com a gestão dessa empresa. Nessa “assembleia” do povo, não discutimos distribuição de dividendos, plano de gestão, aprovação de contas, remuneração dos executivos etc., mas eu seria DONO da empresa estatal… Que loucura!

Em meados de 2010 eu, com pouco mais de 1.000 ações da Petrobras, demiti toda a diretoria, o conselho e o controlador da empresa. Demiti da minha vida, demiti do meu patrimônio, afastei o risco dela destruir minhas economias.

Como? Ora, vendi todas as ações a R$ 35 cada, pois simplesmente não acreditava no projeto. Simples e rápido. Teria perdido uns 80% de valor real se fosse “obrigado” a continuar.

E o socialista, como faz para se livrar de ações de empresas que drenam o patrimônio público? Como faz para se livrar de uma empresa estatal que quebra e toma recursos dos seus impostos para se manter artificialmente viva?

Não faz. Sucumbe junto com ela. Talvez em 4 anos possa votar em um político inepto e despreparado que vai prometer “salvar a empresa do povo”.

Quem acredita em Marilena e nessa falácia, na verdade, curte mesmo é falta de liberdade individual. Curte mesmo é que ninguém possa ter nada, para que ele tenha a ilusão de ter alguma coisa.

Quem realmente acredita que o acionista de uma companhia aberta NÃO É DONO, mas acredita que o povo seja dono de uma empresa estatal, terá problemas para entender de onde vem a riqueza.

O sujeito vê um regime de liberdade plena, em que divido o poder com outras 300 pessoas em assembleia, em que todos têm que respeitar contratos e leis com 400 anos de refinamento, e que, caso discorde dos rumos, tenho condições de vender imediatamente e sair da sociedade, e acha que é uma farsa montada pelo burguês para me enganar.

E sonha com um regime onde a empresa será integralmente gerida por um grupo de políticos eleitos (se houver eleições) a cada 4 anos, de cuja gestão ele nem chegará perto, nem saberá dos rumos (não há obrigação de publicidade), será obrigado a cobrir prejuízos e jamais poderá sair, mesmo que tenha votado no outro grupo que perdeu as eleições. Você paga MESMO sem “comprar”.

Infelizmente não é só desconhecimento de direito societário e finanças, é deficiência em conceitos básicos da teoria geral dos conjuntos, de lógica trivial e de raciocínio sistêmico. O sujeito vê 1.000 e não diferencia de 10 ou de 1 bilhão. E tem certeza de que está certo.

É triste DEMAIS que tenhamos criado uma juventude tão incapaz de sair do preconceito clássico da “luta de classes”, e não tenha condições de perceber a pobreza intelectual de seu pensamento.

É uma prisão, uma condenação eterna à miséria material, intelectual e até espiritual. Não há espírito que se alimente de ignorância autoimposta. Se você pensa da mesma forma há décadas e não muda, provavelmente não aprendeu nada, apesar de achar que sabe tudo.

Somos pobres e continuamos empobrecendo, essa é a evidência empírica dos erros de pensamento que assolam nosso país.

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  • Disclaimer

    Este blog é um ambiente privado para expor opiniões, estudos, reflexões e comentários sobre assuntos ligados a finanças, bolsa de valores, economia, política, música, humor e outros temas.

    Seus objetivos são educacionais ou recreativos, não configurando sob nenhuma hipótese recomendação de investimento.

    O investidor consciente deve tomar decisões com base em suas próprias crenças e premissas. Tudo que lê ou ouve pode ser levado em consideração, mas a decisão de investimento é sempre pessoal. Tanto na escolha de ações para carteira própria, quanto na escolha de gestores profissionais para terceirização da gestão.

    O Autor espera que os temas educacionais do blog possam ajudar no desenvolvimento e no entendimento das nuances do mercado de ações, mas reitera que a responsabilidade pela decisão de investimento é sempre do próprio investidor.

    Sejam bem vindos!

  • Paulo Portinho

    PAULO PORTINHO, engenheiro com mestrado em administração de empresas pela PUC-Rio, é autor do Manual Técnico sobre o Método INI de Investimento em Ações, do livro "O Mercado de Ações em 25 Episódios" e do livro "Quanto Custa Ficar Rico?", os dois últimos pela editora Campus Elsevier.

    Paulo atuou como professor na Pós-graduação de Gestão Social da Universidade Castelo Branco e na Pós-graduação oferecida pela ANBIMA de Capacitação para o Mercado Financeiro.

    Atuou como professor da área de finanças e marketing na Universidade Castelo Branco e no curso de formação de agentes autônomos do SINDICOR.

    Como executivo do Instituto Nacional de Investidores - INI (www.ini.org.br) entre 2003 e 2012, ministrou mais de 500 palestras e cursos sobre o mercado de ações, sendo responsável pelo desenvolvimento do curso sobre o Método INI de Investimento em Ações, conteúdo que havia chegado a mais de 15.000 investidores em todo o país, até o ano de 2012.

    Representou o INI nas reuniões conjuntas de conselho da Federação Mundial de Investidores (www.wfic.org) e da Euroshareholders (www.euroshareholders.org), organizações que congregam quase 1 milhão de investidores em 22 países.

    Atuou como articulista do Informativo do INI, do Blog do INI, da revista Razão de Investir, da revista Investmais, do Jornal Corporativo e do site acionista.com.br. Foi fonte regular para assuntos de educação financeira de veículos como Conta Corrente (Globo News), Infomoney, Programa Sem Censura, Folha de São Paulo, Jornal O Globo, entre outros.

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