Livros com 50% de desconto na Saraiva

Posted on 19/11/2013. Filed under: Finanças |

Olá leitores,

Aos amigos que ainda não leram meus livros “O Mercado de Ações em 25 Episódios” e “Quanto Custa Ficar Rico?”, mas gostariam de ler (ou presentear)… vai aí uma ótima oportunidade.

A Saraiva está oferecendo os livros da Campus Elsevier com 50% de desconto!!!

E os livros digitais, ainda mais barato!!!

Quanto Custa Ficar Rico – Digital – R$ 9,90!!!

Quanto Custa Ficar Rico – Impresso – R$ 26,90!!!

O Mercado de Ações em 25 Episódios – Impresso – R$ 33,50

Bom, infelizmente a edição digital do 25 Episódios não está barata… mas segue o link:

O Mercado de Ações em 25 Episódios – Digital – R$ 55,81

Atualização de 22/11/2013…

Amigos, durou pouco a promoção…

O único que continua barato é o Quanto Custa Ficar Rico em ebook… R$ 9,90.

 

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4 Respostas to “Livros com 50% de desconto na Saraiva”

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Prezado Paulo,

O seu livro, “O Mercado de Ação em 25 Episódios”, é excepcional e me ajudou bastante. Vendo o outro livro de sua autoria, “Quanto custa ficar rico?”, tratei logo de comprá-lo e chegando em casa, comecei a leitura. Novamente, um bom conteúdo, mas me deixou mais insatisfeito do que o primeiro. Gostaria de saber, em primeiro lugar, o porquê de muitos educadores financeiros trataram a parte do orçamento de uma maneira tão simples, como se fosse algo menor? Com exceção do “Como Organizar a Sua Vida Financeira”, do Gustavo Cerbasi, onde existe ali uma ideia de fluxo de caixa + demonstração patrimonial + investimentos que eu utilizo até hoje, o resto coloca Receitas – Despesas e pronto.

Nesse seu livro meio que existe uma tentativa de colocar em prática isso, mas a parte do “orçado” e “gastado”, quero dizer, da previsibilidade, é deixada de lado, quase como um “purismo”, algo inadequado para iniciantes. Acho isso estranho. Será que é mais difícil fazer orçamento do que investir? Eu creio que não, e o seu livro, “O Mercado de Ações em 25 Episódios” mostra bem a complexidade do assunto com estratégias relativamente simples (é um grande mérito do seu livro, e o que me fez indicá-lo para muitas pessoas).

A área de finanças pessoais tem crescido muito no Brasil, o que é um fator altamente positivo. Mas boa parte dos livros – corrija-me se eu estiver errado, por favor – meio que subestimam os seus leitores, inclusive em detalhes tão importantes como esse. Neste sentido, eu discordo do seu posicionamento no livro: gastar o dinheiro antes, ao receber, torna mais seguro e preciso a destinação que você dará para cada uma das áreas do orçamento, ao invés de precisar ter que atualizar toda semana a categoria “roupas”, “restaurante” e etc. Como algo prático e que lhe dá uma maior precisão nos gastos, inclusive para direcionar recurso aos investimentos, é tratado como purismo?

Sendo um livro que vai iniciar o leitor à gestão e controle de suas finanças, achei o conteúdo excessivamente superficial. A noção supostamente diferente de yields parece-me próxima ao tipo de investimento que Kiyosaki defende, ou seja, ativos que geram fluxo de caixa e não somente apreciação. Você diz que o livro seria melhor “adaptado” à realidade brasileira, mas as dicas e sugestões de investimento são tão gerais que não vejo como, frente ao livro do Kiyosaki, esse seu possa gozar de toda essa vantagem.

Honestamente, o primeiro livro me acrescentou demais, mas esse segundo, eu realmente não consegui compreender qual é o diferencial dele diante dos livros do Cerbasi, do Halfeld ou do Silvestre, o que no primeiro livro é muito claro, a começar pelo primeiro capítulo, uma das melhores e mais instigantes exposições de como se ganha dinheiro na bolsa a partir dos dividendos, bem com o que não se deve fazer no caminho. Aguardo ansiosamente pelo livro escrito em conjunto com Mauro Calil e também por um novo livro seu que explore essa área, mas não subestime tanto o leitor, principalmente no que concerne à organização de suas finanças. É por acreditar demais na sua didática, conhecimento e habilidade como escritor, sendo inclusive leitor costumaz seu, que exponho essas impressões. Obrigado

Oi Leonardo, agradeço a disposição de ajudar em tão longo e franco texto.
Deixe-me, entretanto, comentar o seguinte:
Há, em meu entendimento, muitos pontos inéditos ou muito raros discutidos no livro Quanto Custa Ficar Rico?.
Hoje, talvez, alguns já tenham ganho espaço na mídia, mas antes eram raros ou inexistentes.
Ao tratar de previdência, trato das questões de seguridade, que eram amplamente negligenciadas mesmo em livros brasileiros. Deixo claro que a previdência privada NÃO é da mesma natureza que a pública.
Outro ponto é que considera, no cálculo de riqueza, direitos previdenciários. Coisa que não existia em 2010, e não existe em livros americanos.
A questão do orçamento é mesmo delicada, mas minha experiência como educador é que deve-se sugerir uma ferramenta simples e acessível de início, para depois incrementar com a necessidade. O conceito do Cerbasi é complexo para a maioria das pessoas. Para algumas seria uma técnica non-starter.
A própria medição da riqueza é proposta de forma inédita ou rara, não está em outros (muitos) livros que li. Ainda, pedir ao leitor que reflita sobre seu padrão de vida com conforto e com o mínimo de dignidade é útil, principalmente quando é necessário lidar com quedas bruscas de renda. Ele já teria feito a análise de downgrade no padrão de consumo.
Os dois apêndices tratam de carros e casas financeiramente inteligentes. Hoje, há planilhas semelhantes para cálculo do valor do imóvel. À época, só havia a minha ou, ao menos, era a única que eu conhecia.
E continuam perfeitas, indicando realmente o valor justo do imóvel e o valor racional do seu carro.
Cada leitor tem sua própria história, seus objetivos, sua carga de leitura, sua expectativa etc. Por isso, nem sempre os objetivos do autor são atingidos em todas as frentes que atinge.
Em minha visão o livro trazia alguns approaches inéditos (ou raros) em 2010. Mas não dá muito pra fugir da lógica de ativos e passivos, apenas pra oferecer alguns outros pontos de alavancagem educacionais, que podem despertar em alguns leitores o caminho do aprendizado que não teve em outros textos.
Mas, de qualquer forma, pretendo reescrevê-lo, mas com o título original “Riqueza que liberta, Riqueza que aprisiona”, e dar um tom mais comportamental. Não pude seguir esse caminho pelos objetivos da editora à época.
Abraço e MUITO obrigado. É muito raro alguém investir tanto tempo com o genuíno intuito de ajudar a melhorar o meu trabalho!

Prezado Paulo,

Fico contente que a minha resenha do seu livro tenha sido útil. Quero que saiba que investi tempo nessa resenha porque o seu livro inicial foi muito importante para que eu tenha entrado no mercado de ações e passado mesmo a investir. Honestamente, eu acredito que ali você colocou um nível muito alto para os padrões de finanças pessoais, em especial quanto ao mercado de ação. Confesso que sempre ouvi falar de estratégias com dividendos, mas não havia observado a concretude disso até ler o seu primeiro livro.

Quanto às estratégias com a previdência, talvez porque não seja um tema que me cative de início, tenho que confessar que você está correto: são diferentes. Concordo também quanto à complexidade do modelo de Cerbasi, mas vai aqui uma dica: por que você não dedica umas 5 páginas para mostrar uma forma mais eficiente e completa de organizar as receitas e despesas? Possa ter certeza que eu não só terei interesse em ler o que você tem a dizer, como também o indicarei a outras pessoas.

Os conceitos de ´riqueza que liberta´ e ´riqueza que aprisiona´, embora simples, vão demorar demais para serem absorvidos pela maioria da população. Não sei o que existe com o Brasil de um modo geral, ou com esse momento de relativa prosperidade que estamos passando, mas tenho percebido ao meu redor uma visão de riqueza muito vinculada a um consumo que consome boa, senão todo, o crédito que é ofertado ao consumidor. É um modelo de riqueza, ao meu ver, insustentável. Tento dar dicas e sugestões de educação financeira, a maioria que tirei em alguns livros e nos seus também, e algumas são absorvidas, a maioria nem tanto. Percebo muita aversão aos termos ´planejamento´ e ´orçamento´ por aqui. Repetir esse ponto, pelo menos até aqui, é algo muito positivo.

Uma outra sugestão que eu lhe dou – e que sinto falta em alguns livros de educação financeiras brasileiros – seria uma parte mais apurada sobre metas de consumo. P.ex: viagens, compras de carros e etc. Será mesmo que é apenas dividir o valor total pelos meses que se busca pagar? Algumas ideias que são muito simples podem, no entanto, trazer resultados bem diferentes para os leitores. Talvez, Paulo, nos Estados Unidos ou na Europa, esse não seja um tema de muita relevância, pois a noção de médio/longo prazo está bem sedimentada por lá, mas por aqui, seja por conta dos hábitos, da cultura ou do passado recente com a inflação, isso definitivamente não está: os grandes bens e as viagens são, normalmente, compradas em parcelamentos caros, que sobrecarregam o consumidor brasileiro e diminuem a sua qualidade de vida.

Esse ponto estaria bem conectado com o conceito de riqueza que liberta, pois vejo que ali não é apenas acumular o dinheiro, mas administrá-lo bem – e parte dessa administração, claro, consiste em investir bem o dinheiro para metas específicas, recebendo ao invés de pagando juros.

Vou lhe dar um exemplo. O livro do Reinaldo Domingos, “Terapia Financeira”, tem uma página com o orçamento. A rigor, ela não muda muito das que existem em outros livros, exceto por um detalhe: logo abaixo da meta dos 10% ao mês (pague-se primeiro), ele colocou duas outras metas e só aí iniciou as despesas. Eu sei, isso não é nada demais: pode-se colocar as metas como despesas, e muitos já fazem isso. Entretanto, o que o autor quis dizer tornou-se ainda mais claro com esse modelo: é o nosso padrão de vida que deve ser enxugado e redimensionado para que venhamos atingir o que importa de verdade, que são as nossas metas financeiras – e não o contrário. Confesso que essa é uma ideia muito simples, mas que até aquele momento, eu não havia atentado para o controle das minhas despesas.

Outra sugestão, e talvez essa seja fácil de implementar, é uma discussão didática sobre tesouro direto. Sim, você já discutiu isso várias vezes, mas uma boa parte dos leitores deve ter ainda dificuldade em trabalhar com essa ferramenta. Realmente, para planos de curto prazo, ela talvez não seja tão recomendada, mas para o médio/longo prazo, o cenário é outro. Confesso que já li bastante sobre ele, mas não coloquei nenhum dinheiro: tenho alguns fundos de renda fixa com uma taxa de administração baixa, embora com entrada e aportes relativamente altos, e por isso não cheguei a entrar nesse universo. Bom, talvez seja algo que os leitores possam ter algum interesse.

Minha última sugestão é a questão de relacionar metas com investimentos. No livro do Cerbasi, “Como Organizar a Sua Vida Financeira”, acho que apenas meia ou uma página é dedicado a isso. Confesso que é uma parte que tenho dificuldade. Supondo que tenha um fundo de ação A, e as metas B1 (estudar fora, p.ex) e B2 (comprar um carro novo): faço aportes de R$ 550 e R$ 300 a cada mês. Teria, ao final, claro, o saldo do investimento, mas como saber com certa precisão o que até agora é de B1 e o que é de B2? Somar as parcelas já investidas, por si só, não adianta, já que as variações podem trazer aumentos e diminuições. Quebrei um pouco a cabeça no Excel, e meio que consegui resolver isso, mas a solução sacrificava demais a praticidade, muito complicada. Alguma ideia aqui?

Pelo que já li dos seus livros e artigos, eu tenho certeza que você tem várias ideias criativas e diferentes nesse tema.

Enfim, aguardo eu estou no aguardo do seu próximo livro.

Grande abraço,

Leonardo

Cheguei a ver essa promoção, mas exitei. Banquei “O PROCRASTINADOR” e me f*#%! Deveria ter aproveitado, pois cheguei a separar na minha cesta “o 25 Episódios” junto com o INVESTINDO EM AÇÕES NO LONGO PRAZO. Fica a experiência pra próxima.😦


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  • Disclaimer

    Este blog é um ambiente privado para expor opiniões, estudos, reflexões e comentários sobre assuntos ligados a finanças, bolsa de valores, economia, política, música, humor e outros temas.

    Seus objetivos são educacionais ou recreativos, não configurando sob nenhuma hipótese recomendação de investimento.

    O investidor consciente deve tomar decisões com base em suas próprias crenças e premissas. Tudo que lê ou ouve pode ser levado em consideração, mas a decisão de investimento é sempre pessoal. Tanto na escolha de ações para carteira própria, quanto na escolha de gestores profissionais para terceirização da gestão.

    O Autor espera que os temas educacionais do blog possam ajudar no desenvolvimento e no entendimento das nuances do mercado de ações, mas reitera que a responsabilidade pela decisão de investimento é sempre do próprio investidor.

    Sejam bem vindos!

  • Paulo Portinho

    PAULO PORTINHO, engenheiro com mestrado em administração de empresas pela PUC-Rio, é autor do Manual Técnico sobre o Método INI de Investimento em Ações, do livro "O Mercado de Ações em 25 Episódios" e do livro "Quanto Custa Ficar Rico?", os dois últimos pela editora Campus Elsevier.

    Paulo atuou como professor na Pós-graduação de Gestão Social da Universidade Castelo Branco e na Pós-graduação oferecida pela ANBIMA de Capacitação para o Mercado Financeiro.

    Atuou como professor da área de finanças e marketing na Universidade Castelo Branco e no curso de formação de agentes autônomos do SINDICOR.

    Como executivo do Instituto Nacional de Investidores - INI (www.ini.org.br) entre 2003 e 2012, ministrou mais de 500 palestras e cursos sobre o mercado de ações, sendo responsável pelo desenvolvimento do curso sobre o Método INI de Investimento em Ações, conteúdo que havia chegado a mais de 15.000 investidores em todo o país, até o ano de 2012.

    Representou o INI nas reuniões conjuntas de conselho da Federação Mundial de Investidores (www.wfic.org) e da Euroshareholders (www.euroshareholders.org), organizações que congregam quase 1 milhão de investidores em 22 países.

    Atuou como articulista do Informativo do INI, do Blog do INI, da revista Razão de Investir, da revista Investmais, do Jornal Corporativo e do site acionista.com.br. Foi fonte regular para assuntos de educação financeira de veículos como Conta Corrente (Globo News), Infomoney, Programa Sem Censura, Folha de São Paulo, Jornal O Globo, entre outros.

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