Arquivo Secreto: O Novo Método INI, versão 2.0

Posted on 01/02/2011. Filed under: Finanças |

Após longos 8 anos de uso do Método INI, em milhares de horas-aula, palestras, estudos etc., chega a hora de torná-lo ainda mais didático, educativo e simples.

O trabalho de atualização ainda está em fase de acabamento e testes, mas compartilho com vocês a primeira planilha completa sobre o Método INI 2.0, aproveitando os dados do Bradesco.

Não vou me estender nas explicações, que provavelmente sairão em versão completa em um livro, ebook ou no elearning do INI (se houver tempo…), mas vocês verão que é bem simples entender o que está acontecendo.

Baixem a planilha aqui.

Divirtam-se e, se puder, ajudem com comentários.

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15 Respostas to “Arquivo Secreto: O Novo Método INI, versão 2.0”

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Com relação à diversificação, o Guia Oficial do INI recomenda a distribuição dos investimentos em empresas pequenas (vendas até US$ 0,40 bi), médias (vendas entre US$ 0,40 bi e US$ 4,0 bi) e grandes (vendas acima de US$ 4,0 bi). Esta escala deve ser empregada na Bovespa com os mesmos parâmetros, ou quais são os valores mais adequados em Reais?

Oi Alexandre,
O livro do INI está baseado no original norte-americano escrito originalmente em 1995. Os parâmetros mudaram bastante, poucas empresas faturavam US$ 4 bi no Brasil à época, hoje, praticamente todas as grandes.
Na falta de parâmetros específicos, procure seguir o que diz a Bovespa para definir large caps, mid caps e small caps (ou ver os ETF´s baseados em small caps).
Algo como Large caps – Valor de Mercado superior a R$ 20 bi, Mid caps – entre R$ 5 bi e R$ 20 bi e small caps – abaixo de R$ 5 bi.
Veja que aqui utilizo o valor de mercado pois “cap” vem de capitalization.

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Portinho
Na sua planilha existem duas pastas: “BBDC” e “BBDC MI”. Na pasta “BBDC MI” não entendi a lógica da fórmula das células “D26” e “D27”. Você pegou a cotação mínima da ON (“D26”) e pegou a cotação máxima da PN (“D27”). É isso mesmo? Não entendi. Também não entendi a lógica das fórmulas nas células E26 e E27 em que você multiplica pela razão ON/PN. Se puder esclarecer…
Muito obrigado.

Humberto

Obrigado Humberto.
Já fiz o acerto.

Portinho,

Estou impressionado com a queda da Ciel3. Sei da situação que o setor tá passando, mas acredito que o mercado está exagerando. Enquanto não tivermos o balanço do 4T10, bem como o 1T11 em diante, para podermos avaliar o real impacto da queda das suas margens nos seus lucros, fica difícil entender.

O que me deixar intrigado e sem entender, é o seu P/L hoje abaixo de 9, e um P/VPA em 18!!! Sempre tive dificuldade de entender esses 2 indicadores…

Isso significa que a empresa vale os seus lucros e não o patrimônio? Olhando apenas esses números, ela estaria interessante pra compra?

Obrigado,

O P/VPA é um indicador complicado para empresas alavancadas, com patrimônio TANGÍVEL pequeno.

No caso da Cielo acredito que essa enxurrada de competidores deve estar impactando as perspectivas de futuro para a empresa. Mas não sei ao certo, pois não acompanho.

[]
Portinho

Portinho,

E o software de análise de ações do site? Essa sua planilha o substitui? Vc utiliza o software para suas análises, ou prefere via planilha mesmo?

Aproveitando a pergunta do Humberto, na TIB temos os preços históricos ajustados tanto em relação aos desdobramentos quanto devido aos DYs pagos certo? Devemos usar sempre os valores ajustados nesta sua planilha ou sem os ajustes dos DYs?

Abrs

Oi Fabiano,
Eu uso a planilha, pois gosto de ter mais controle.
Não há diferenças no “conceito” entre a V 1.0 e a V 2.0, apenas na organização dos dados e na distribuição das premissas.
Na planilha você deve colocar a realidade da época, pois é como os investidores viam a empresa. O P/L, na minha opinião, fica mais correto.
No software os preços são ajustados ao DY, mas o LPA não, isso dá uma distorção bem pequena, mas que não cria problema, pois é conservadora (histórico de P/L menor).
Acho que a versão 2.0 é mais didática, mais fácil para o leigo entender.
Estamos conversando internamente para ver como adaptar os dados para essa nova realidade.
Repito: o método é o MESMO, apenas a distribuição DIDÁTICA é que muda.
Na versão 2.0 há menos “aproximações”.

Legal, Portinho.

Estarei utilizando esta planilha tbém, a qual realmente demonstra ser bem mais didática.

Abrs

Portinho, excelente a planilha !!!
Agora, me explique o seguinte, onde você consegue os preços históricos das ações (sem ajutes dos desdobramentos)? Outra dúvida, você sempre trabalha com dados consolidados, ou da controladora?
Obrigado
Humberto

Sempre consolidado (quando disponível).
Usei o http://www.comdinheiro.com.br
Basta trocar a data do IAN para que ele mostre a realidade dos anos anteriores.
É um site muito bom, mas imperfeito.
Peço que me ajude a avaliar e melhorar a versão 2.0.
Abraço,
Portinho


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  • Disclaimer

    Este blog é um ambiente privado para expor opiniões, estudos, reflexões e comentários sobre assuntos ligados a finanças, bolsa de valores, economia, política, música, humor e outros temas.

    Seus objetivos são educacionais ou recreativos, não configurando sob nenhuma hipótese recomendação de investimento.

    O investidor consciente deve tomar decisões com base em suas próprias crenças e premissas. Tudo que lê ou ouve pode ser levado em consideração, mas a decisão de investimento é sempre pessoal. Tanto na escolha de ações para carteira própria, quanto na escolha de gestores profissionais para terceirização da gestão.

    O Autor espera que os temas educacionais do blog possam ajudar no desenvolvimento e no entendimento das nuances do mercado de ações, mas reitera que a responsabilidade pela decisão de investimento é sempre do próprio investidor.

    Sejam bem vindos!

  • Paulo Portinho

    PAULO PORTINHO, engenheiro com mestrado em administração de empresas pela PUC-Rio, é autor do Manual Técnico sobre o Método INI de Investimento em Ações, do livro "O Mercado de Ações em 25 Episódios" e do livro "Quanto Custa Ficar Rico?", os dois últimos pela editora Campus Elsevier.

    Paulo atuou como professor na Pós-graduação de Gestão Social da Universidade Castelo Branco e na Pós-graduação oferecida pela ANBIMA de Capacitação para o Mercado Financeiro.

    Atuou como professor da área de finanças e marketing na Universidade Castelo Branco e no curso de formação de agentes autônomos do SINDICOR.

    Como executivo do Instituto Nacional de Investidores - INI (www.ini.org.br) entre 2003 e 2012, ministrou mais de 500 palestras e cursos sobre o mercado de ações, sendo responsável pelo desenvolvimento do curso sobre o Método INI de Investimento em Ações, conteúdo que havia chegado a mais de 15.000 investidores em todo o país, até o ano de 2012.

    Representou o INI nas reuniões conjuntas de conselho da Federação Mundial de Investidores (www.wfic.org) e da Euroshareholders (www.euroshareholders.org), organizações que congregam quase 1 milhão de investidores em 22 países.

    Atuou como articulista do Informativo do INI, do Blog do INI, da revista Razão de Investir, da revista Investmais, do Jornal Corporativo e do site acionista.com.br. Foi fonte regular para assuntos de educação financeira de veículos como Conta Corrente (Globo News), Infomoney, Programa Sem Censura, Folha de São Paulo, Jornal O Globo, entre outros.

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